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sábado, 20 de outubro de 2012

Objeto não identificado.

_Eu vou fazer uma canção de amor
Para gravar um disco voador_



Estado de Espirito: para sempre. 

Meu semestre terminou de forma inédita: nenhuma garantia de ter passado em tudo. Essa greve me fudeu! Pelo menos estou feliz. Que fase linda de minha vida!

Boa noticia da vez: Caroline Jobim chegando na Bahia em dezembro....  nem creio... minha amiga aqui de novo: mate , cervinha na varanda, aprontes, fofoca e porto da barra. Mereço.

Cada dia tenho mais certeza que alguma coisa para além do que posso ver me ronda e me cuida: Oxalá, é você?  O edital não saiu até hoje, isso é maravilhoso. Me entragarei .

 Lendo a trilhogia de 50 tons de cinza. Bela escrita freudiana. Tsc. Me cansa . Romance sadomaso, nada para além do que já se vê: velho romance entre plebeia e o principe-  prática sadomaso justificada por um trauma de infancia. FREUD NA VEIA! Uó! Em breve um textinho sobre isso.Estou no segundo livro e só vou escrever depois de ter lido o terceiro, acredito que o trauma e a cura do rapaz vá se dá no ultimo livro - Blarg.  Que até lá eu sobreviva. 


beijo pra vc que lê meu blog e gosta quando não tem viadagem e macumba. Rá. 

Sadomaso te agrada?



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

carne,cerveja e cigarro.

Foi assim que ela estava seis anos após o ultimo encontro. 15 anos desde o início de tudo. 

Tudo diferente, outras cores,outros amores, outros olhares. Mas no fundo, no fundo , tava tudo igual. O coração dela disparou da mesma forma, ela falou as mesmas besteiras que jurava que não ia falar da próxima vez.... ele sorriu do mesmo jeito dessas besteiras e tentou provar que tudo tinha mudado...mas não se tocou que apesar do cenário, dos supérfluos...tudo permanecia exatamente intocado. 

Foram muitas risadas, das boas lembranças, das boas loucuras.... foi borbulhante e a fez sentir bem. E lembrar como era amar aquele amor que jamais deixou de ser amor, apenas adaptou-se a impossibilidade. 
E no fim das contas, ela sabia que não mataria nunca aquilo e queria fosse exatamente desse jeito esse amor.... velho, saudoso, contido e romântico.


domingo, 30 de setembro de 2012

Discurso da Maternidade- uma máquina de opressão

_Uma das maiores violências simbólicas que a mulher sofre é a OPRESSÃO do discurso MATERNO sustentado pelas mais violentas intituições, ciência médica, psi, pedagogia e religiosa. A construção da imagem e prática da MATERNIDADE é extremamente moralista, engessada e principalmente NATURALIZADA. É o tipo de violência e opressão que incide não só mães, como também mulheres que não podem ou não querem ter filhos;_


sábado, 29 de setembro de 2012

algumas coisas acontecem em meu coração -Parte I

Uma viagem como essa não caberia num texto. Até caberia, mas seria um tanto assustador vamos por parte.

Falar de São Paulo já é algo complexo e denso, com muitos olhares e lentes diversificada.... falar de mim em São Paulo então... Afff. o poder daquela cidade sobre mim é algo que me dá medo de um dia ir e nunca mais voltar. 

Sei que qualquer viagem me provoca fortes impactos, sair da rotina, das obrigações maternais , dos olhares castradores de todos que sabem que sou mãe, tenho trinta anos, sou casada bla bla bla bla.... as opressões são tantas, são tão devastadoras que se eu não tiver esse momento e transforma-lo na minha válvula de escape muito provavelmente minha vida hj fosse outra.... melhor ou pior, não vem ao caso. 

Em fim, decidi que vou falar da viagem, agora duas semanas depois de eu ter embarcado em partes. Como eu vou dividir extamente ainda n sei, mas a divisão dos impactos acadêmicos e da noite paulista serão posts diferentes, não dissociando uma coisa da outra, pq no final das contas ambos de percorrem um no outro. Não sou só pesquisadora e nem só pulsão, nunca.Me envolvo com meus objetos, utilizo e pratico-os - talvez por discordar desse conceitinho provinciano , elitistas e europeu "objeto".

Aí eu já falei algumas coisas.... agora, vamos a noite. U-au. Qu é aquilo? O que é andar pela Paulista madrugada a dentro? Ainda estava quente... São PAulo ferveu para mim; Nos dias reclamei , queria um friozinho.... mas analisando melhor, foi bom assim; Tomei cerveja pra matar a sede, sentei nas portas dos bares sem congelar.

A primeira coisa que me impacta é andar tranquilamente pla rua de São Paulo as 12 horas, 1, 2, 3,4 da manhã , isso é muito sedutor para mim! Liberdade.

A Augusta é meu paraíso. Adoro aquele grande Guetho, guetho mais diversificado que conheço. Tem de tudo e de todas. Amo demais vagar pelas ruas, vê das prostituas aos skeitistas.Ver o sobe e desce, o rock de garagem, nos bares . De um lado uma lanchonete de esquina do outro um bar super pop, o rock in roll de um lado do outro o funk paulista... Muito, muito doido, acúmulo espontaneo de pessoas me envolvem demais.  Descobri isso, aliás confirmei. Eu adoro as festas das beechas, mas onde eu me sinto bem mesmo são os lugares hibridos. Definitivamente eu nã sou identitária.

Sábado, cheguei e fui encontrar minha linda amigas, Viviane e Vanessa. Aí conheci uma nova paixão em São Paulo: República, Pça. Roosevelt. Espaço Sátyros. GENTÊ!!!!!!!!!!!O que é aquilo? Alice no país das maravilhas se inspirou naquele lugar, que coelhos e tartarugas peludas sentam do lado da gente nas mesas da calçada pra tomar cerveja.... Como gosto... gosto, gente das artes, gente sensivel, que pulsa, que vive para além dos desfiles e da reificação de de tudo que eu rebato. A-dorei. tanto que voltei num outro dia, e num outro também. Descobri que num bar de  lá foi o primeiro show de Elis Regina em São Paulo

Depois de tomar algumas lá, de conhecer um produtor de video que me reconheceu pelo sutaque e de trocar belas ideias politicas com ele, fomos para uma festinha lésbica. Rá..... My God!!!Lá fui eu, desapegar da postura politica , mas fui, super aberta e feliz, pricipalmente por Vivi , minha amiga travesti  linda que foi comigo  na festinha lesbica e socializou lindamente como a bela mulher que é... foi um escandalo! 

Dancei, bebi, sorri. E sai de lá sabendo que não voltaria. O nome da "balada" é Café para elas. Para mulheres que curtem mulheres.Vá, mas vá sabendo que vai encontrar as mais belas mulheres justas, de todos os tipos, cores e sabores, mas tudo muito bem limpinho e organizado, para quem curte um caos aquilo é muito mais hétero que muito lugar hétero. Maaaas valeu.

Já estava eufórica. Av. Paulista nesse dia fervia.Já pude sentir o que vinha pela frente.

Nos outros dias foi cervejinha na Paulista, Augusta, lá na Vila Mariana e Ana Rosa... entre elas reencontros maravilhosos que me fizeram feliz, mas isso será uma outra parte. 

A próxima saída sim,  foi um marco  na minha estadia lá. Terça-feira dia meu pai, definitivamente é o dia  de tudo acontecer, sair na terça é apostar numa noite caótica. E essa foi despretenciosa... pelos rumos que acabou tomando. Fomos pra República... foi sensacional, sai com Erik Felipe, Lee Luizinha que aparemente seria uma esfriada por serem de vertentes ideológicas ortodoxas...mas foi surpreendente como conseguiram se libertar de tudo isso aquela noite.... 




Depois dali a missão era descobri o que fazer em plena terça de noite em São paulo... uma tarefa nada dificil, e o garçom do bar que estavamos nos sugeriu: Love Story, seguramente. Aquilo me inquietou. Abrimos no celular  pra saberque tipo de lugar seria aquele. Encontrei o caos. "Dá de tudo: os profissionais nada ortodoxos vão pra lá. De traficante ,passando pelo agiota, pelo empresário , pelo casal, pelo drogado, pela domestica, pela garotadeprograma, pela atriz global e travestis de toda São Paulo." Lá é o lugar que o povo entra as 9 da manha e tem boate rolando. Muito Muito louco aquilo; Finalmente encontrei um caos digno de largar minha vida.  O nome já é tosco. Love Story. Os garçons parecem todos sócios do bar de tão íntimos um do outro e do lugar. As bebidas são carissimas para compensar que mulher não paga ( essa logica me irrita muito) aí ja cheguei barbarizando. Explorei todos os Poledance daquele local, sem dó, sem pudor e com uma distancia de varios mil km de distancia da minha realidade. 



Foi fantástico.De fato, dos boys, as beechas, dos traficantes aos velhotes viciados loucos pra comer as gostosonas. É o tipo de experiencia que quqlauqer relato, por mais minucioso que seja não vai alcançar o hibridismo que é. 




Nesse dia jurei ( mais uma vez) que nunca mais ia misturar bebidas. Comecei com cerveja fui  pra tequila e terminei na vodka. 

Gente vão no Love Story, bebam vokda, subam nos polesdances e aproveitem porque todo mundo merece uma noite daquelas. O resto fica entre eu, os garçons e os poledances HAUHAUHAUHAU




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Por amor

eu me conheço e sei da minha capacidade de ultrapassar todos os limites tidos como aceitáveis. tenho algumas provas e testemunhas disso;

meus atentados amorosos tem destroços gigantescos e os estilhaços atingem uma quilometragem incalculável.

Sem minhas histórias eu não seria eu. eu amo de todo jeito , o impossível, o obvio, os outro dos outros, amo  quem devo, quem posso, quem não quer , quem quer e sou capaz de fazer tudo isso amo mesmo tempo. Amo longe, amo perto, amo de ferias, amo uma noite, um final de semana , amo durante um sonho , um sono, um gozo. Amo e pronto. Amo em cada estado ,  do sul ao pernambuco cada amor é o meu maior amor. Amo os passados passado, o presente passado, o passado presente, o futuo passado, o passado futuro , o futuro inexistente.

Acho que por isso adoro Deleuze, ele fala de meu fluxo, das potencias, do devir...e eu passo a existir.

Bem agora falando do dia a dia
a vida tá é boa... esses segundo semestre é sempre muito bom, semestre que eu rejeito trabalho, que não sobra tempo , que as demandas triplicam e que o avião sempre levanta vôo.

Em fim , por fim...





terça-feira, 21 de agosto de 2012

re-configur-a-ções.

a melhor coisado tempo ir passando é levar as boas coisas que por algum motivo não podem/querem ou devem ficar na nossa vida. Que quando vira saudade fica bem melhor.

Agora passarei por dias inéditos. E estou ansiosa para senti-los. Quero muito conhece-lo nessa nova situação. Quero muito. A vida nadou todos se foram e agora ? E agora? Que será dele? Que será de nós?
Nos suportaremos sem eles?


EM FIM.

Preciso correr.


Sempre que reclamo disso fico me lembrando  de como sem sem correr... como o ócio me deprime...e aí corro feliz.



domingo, 12 de agosto de 2012

Contando conto

O vídeo de 20 minutos foi passando e nele um rosto permaneceu em pausa por minutos demais. Foi visto e revisto muitas vezes. O nome agradava, o sotaque agradava, o rosto congelava na pausa interna,eterna. Depois disso, o esquecimento. Voltar ao vídeo só para pensar: seria possivel? Como seria? Seria? 
E o esquecimento durou duas semanas. De repente, de um outro estado, de uma longa distancia o reencontro com o personagem fez a inquietude voltar. Ao vivo, e a cores. 
Um bom papo, uns bons cigarros. Iniciativa. Sem ela nada existiria hoje. Aquilo que até o video era uma pergunta insistente sobre se seria possivel , se materializava em uma possibilidade encantadora. 
Seria a experiência mais trans-cendental. Seriam correntes partidas, amarras desfeitas e o fluxo sendo respeitado, para além de muitas, muitas normas.
Após a iniciativa a possibilidade deixa esse patamar, e garante uma data e um local ... após meses intensos de expectativa,  e as potencias do desejo todas no ar, é que no tulmulto da ocasião um beijo na testa sela a certeza da noite por vir. 
E num instante escurece. E tudo com muitas cores, gentilezas, bagunça, desejo e contra-regas: amanhece. 
E o sono é observado como tentativa de congelar, como naquele vídeo que  era possível num clique congelar. 
O dia amanhece levando o momento esperado e a pergunta que a toma é: quando mais?
O restante do dia é pressa e inquietude pelo voo a partir algumas horas dali.
Foi muito mais que uma noite. Foi muito mais que uma cisma, uma curiosidade, um experimento. Foi a melhor cisma, a melhor curiosidade o melhor experimento.
Agora é se virar com o maracatu atômico.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

E não é que passou um ano?

Há um atrás eu tava no momento máximo de 2011, as vésperas de ir pro Rio Grande do Sul, eufórica;
Esse ano eu senti muita vontade de ir pelas pessoas que sinto tanta saudade. Mas preciso confessar que talvez não tenha feito tanto esforço para ir. Acho que um distanciamento temporal entre uma ida e outra tem sido cada vez mais necessário. O fato é que eu tenho tido uma postura política muito firme em relação a coisas que eu sei que estão em outro nivel de discussão lá. E eu não tenho problema nenhum em debater sobre isso,  mas quando se trata em debater sobre isso com pessoas que eu cresci e que hj tem posturas, fé e certezas muito diferentes da minha me dá medo. Medo de tudo mudar para sempre. Eu tenho medo de nunca mais querer estar entre eles. É um medo infantil mas está aqui comigo. Eu amo aquelas pessoas e me esforço para ser didática quanto a isso, mas me cansa , me toma , me detona compreender que o tempo e a relaidade é diferente , e ainda me culpo por me sentir um tanto .... pedante ao me sentir assim. 

Em fim; Não fui , não vou.

Ano que vem sim. Quero muito levar meus filhos lá para que eles conheçam o cenário que foi pano de fundo da minha infancia. Mas quero ir desprendida e independente para caso precise, seja eu e eu. 



Hoje minha euforia se chama São Paulo.    

A-d-o-r-o aquele lugar.

Eu quero dar o fora



E quero
que
você
venha
comigo.


todo dia

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

E por falar em saudade.

...
O mundo assim parece tão pequeno
e eu continuo tendo visões
Depois que nos encontramos
eu esqueço todo tempo
que fiquei sem te ver

Fora tanto que eu me perco
fora tudo mais que eu penso
eu só penso em você
só penso em você
 ...


E assim fico até breve.

domingo, 5 de agosto de 2012

piscou, passou;

Novo livro de Jack - Gaga Feminismo.
E lá se foi o congresso que por dois anos esperei, trabalhei e me apresentei. Foram três dias de muita  intensidade em muitos sentidos. mas de fato esse não o congresso que pude render 100% intelectualmente.... eu não consegui assisitir uma mesa inteira, com a excessão a fala de Jack Halberstam. Essa eu não perderia POR NADA. O resto foi correria de produção. Consegui tb ver outras duas mesas grandes entre fotos e assessoria.  Mas sem dúvidas nenhum foi a minha oportunidade de fazer "a social". Mil novos contatos de possibilidades e visibilidade. 
Jack Halberstam










 Conheci Joao W Nery. Queridíssimo, de uma docilidade e experiência encantadora. Conversamos bem , na medida do possível. Bati um papo com Berenice Bento, Sfinner e Marina Reidel; Leonardo Tenório foi a minha melhor aproximação. Tanto que me fez produzir alguns textos, uns já escritos , outros por escrever e outros que nunca sairão da mente. 

 Que experiência!

Reencontrei pessoas que adoro, que pensam como eu, conversamos sobre as mesmas coisas e rimos das mesmas piadas. Foi lindo. 
Sem contar na satisfação de ajudar a produzir um evento elaborado pelo meu desorientador Leandro Colling , que é uma das pessoas mais admiráveis para mim , a quem devo minhas conquistas e  tudo que sei até então.
Joao W Nery e Eu.



Foram três dias de encontro, fora os antecedentes de preparação, e nos três dias eu  borbulhei o tempo todo e me entreguei, posso dizer: 100%. Foi emocionante. 
Deixo aqui o link com o texto de abertura de Leandro Colling ... lembrando que as melhores fotos ainda virão.

Joao W Nery e Leandro Colling

Baphão Queer.
Recebendo o autografo no livro de Joao W Nery









PS: é preciso registrar que não falta nada ali. NADA. 






segunda-feira, 23 de julho de 2012

O perigo de viajar.

É muito perigoso viajar, eu já constatei isso algumas vezes no decorrer de minhas idas e vindas, e não interessa o tempo. Acabo de voltar do Rio, onde passei um final de semana e volto com os mesmos sintomas de outras viagens, mais longas e profundas.
Pensando nisso.
Para mim sair de Salvador é perigoso demais. Eu sempre confirmo: Salvador é a cidade mais difícil de viver. Eu amo minha terra mas não sou bairrista. Salvador tem sérios problemas que podem se resumir da seguinte forma:

Salvador é  uma provincia em estrutura e desenvolvimento com problemas de uma grande metrópole.


Isso já diz muito.

Não vou scitar aqui os problemas de Salvador. Primeiro pq o que pode ser problema pra mim não será para vc, que tem carro. O que é problema para mim não será pra vc que pouco se importa de andar vidro fechado em seu ar condicinado dia após dia. E o que pe problema pra mim também não será pra vcoê que não tem grana nem pra depender do transporte "público".

Em fim, quero descrever aqui a sensação desagradável que sintode ver que tudo ta indo...tudo ta andando....e minha terra tá envolta dos mesmos problemas, dificuldades etc.E temos algumas coisas importante em nosso favor, que essa sim, faço questão de ressaltar: temos um clima maravilhoso, as águas de mares mais deliciosas do mundo e o povo mais pacífico e sorridente do mundo ( o que por vezes causa-me irritação).
Leblon.
Isso eu citei poucas das questões sociais que me aflingem e que obviamente vão impactar em minha subjetividade, meus afetos e efeitos.

Lá, eu me lembrei como minha vida onde eu moro não tem absolutamente nada a ver com o que eu quero pra mim. Lembrei, que preciso correr, que preciso estar perto de mim e que o Rio de Janeiro é Riso. Não tem como não sorrir naquele lugar. E olha que nem fiz as coisas que gosto de verdade. Fui muito mais mãe, do que Serena.


Agora, já me programo pra minha OUTRA ida. São Paulo. Setembro, passagem comprada e vamo-que-vamo. Quem sabe assim eu me mantenho de pé mais tempo onde estou ou faço logo o que preciso fazer.

Seja o que for, eu sei o risco que corro quando faço essas viagens , talvez seja por isso que lá sempre me entrego tanto.

Agora eu preciso colocar minhas inquietações num pote por um tempo até dia 15 de setembro.

Ficarei pela Região Sudeste pq a região Sul é onde o risco aumenta.


Risos de Janeiro.










quarta-feira, 4 de julho de 2012

de ciclo em ciclo - catando as pedrinhas

Lá vou eu para mais uma empreitada. Sei lá se fiz a escolha certa. E faço questão de deixar isso claro aqui pra daqui a uns dias ter uma perspectiva disso relendo isso aqui.

Amanhã recomeço a pesquisa no Centro de Estudos, com observação participante e intervenção no corpo docente. De volta ao artigo que me lançou no mundo acadêmico, o texto que mais tenho carinho. Essa área ainda é um desafio para mim pq ao mesmo tempo sei do potencial de pesquisa que tenho em mãos, por outro estou um tanto saturada do campo. A novidade vai ser a nova roupagem de espirito e a minha maturidade para lidar com minhas temáticas, meu olhar mais sensivel e também mais viciado em peneirar questões de gênero e sexualidade. A professora da vez, é uma pessoa massa também e que sei que terei uma ótima abertura para futuramente intervir de alguma forma nas práticas. 

Estou empolgada sim, a questão da grana é um fator providencial que está pesando demais em ter aceito a proposta. E veio numa hora complicada em que precisava estar focada mais e mais na ufba , mas essa greve me tirou o rumo e agora não vejo melhor opção do que essa: voltar ao campo, ganhando dinheiro e espaço de atuação em minha área. 

Agora é remar. E pegar bastante folego pq na hora que a greve acabar o bicho vai pegar. Acreditar que as coisas em casa com as criasnças estarão bem e fazer malabarismo para conseguir dar conta dos congressos, das produções, da pesquisa de campo, do projeto de pesquisa do mestrado, outras demandas familiares e em minha área de atuação,  e da formatura. É coisa. E vou querer arrancar meus cabelos algumas vezes, sei disso. Só preciso focar que o caos será por alguns meses só.


Que paizinho Oxalá me mantenha equilibrada e conseguindo dar conta de tudo. 

Setembro tem São Paulo, mais um trabalho selecionado, lá vou eu e agora em ótima compania.