Queer é uma questão de Ser ou Estar?
Aí um textão massa pra esclarecer sobre a Teoria Queer.
http://www.cult.ufba.br/maisdefinicoes/TEORIAQUEER.pdf
Aquariana, porém leonina. Libriana porém capricorniana. Flerto com o caos. Soteropolitana,feminista, louca, desajustada,desregulada, desenfreada.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
"Quanta mudança alcança o nosso ser?"
Tenho que registar aqui o tamanho da minha satisfação com minhas aulas de segunda feira. Adoro todas... mas a aula de Colling parece que me devasta. É aquela aula que consegue descontruir tudo que vc é, e quando vc consegue se reorganizar, se sentindo que "...já se abre um sol em mim maiorrr... "
Aí... chega a seunda-feira ..e a soma da descontrução é mais gigantesca e assim , me sinto dando saltos....Quem tiver a oportunidade,convido: Vão entender do que estou falando , as segundas-feira das 18:30 às 22:30 -UFBA - no PAF III (ondina ), em frente a letras, sala 211. Seja um ouvinte e creça e apareça. Por uma Ufba democrática!
Um dica assistam o documentário: Amanda e Monik

"... para dilatarmos a alma temos que nos desfazer."
Aí... chega a seunda-feira ..e a soma da descontrução é mais gigantesca e assim , me sinto dando saltos....Quem tiver a oportunidade,convido: Vão entender do que estou falando , as segundas-feira das 18:30 às 22:30 -UFBA - no PAF III (ondina ), em frente a letras, sala 211. Seja um ouvinte e creça e apareça. Por uma Ufba democrática!
Um dica assistam o documentário: Amanda e Monik

"... para dilatarmos a alma temos que nos desfazer."
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Gênero.
Estive pensando nas aulas de Estudos da Contemporaneidade...e Gênero é sem nenhuma dúvida um objeto de pesquisa que eu me identifico, e mais , um objeto de pesquisa que eu posso associar com tudo que venho estudado sobre Suicídio. Andei pensando em muitas coisas que Leandro falou sobre a questão , e num mundo onde se quer se reconhece o conceito de GÊNERO , e quando se diz conhecer não se assume sua amplitude , imagine o quão confusa deve ser a questão identidária desses sujeitos.
Quando escutei o termo transgêneros , pensei em tudo menos no seu real significado e me choquei o quanto estou atrasada nesse segmento de raciocínio.
Me apavora , olhar para os lados, pensar na nossa sociedade como dita "democratica" e "laica" , ao pensar nas questões de gênero. Se há tanta problematização com o termo vindas do próprio movimento feminista (que tornou usual esse termo GÊNERO no sentido usado aqui) , se perde nesse ocnceito ao delimitar as mulheres o gênero FEMININO.
Complicado.... penso em alguma forma de estudar e associar as coisas...sinto que há um caminho, minha cabeça tá como um quebra-cabeça ,.... um quebra-cabeça de mil peças e eu tenho só umas dez encaixadas.....
Sei que a cortina tá se abrindo e já já irei vislumbrar a luz que vai me fazer as outras 1.990 peças.
Doida pra escrever coisas.
Mudando de assunto.... completamente, aliás.... fui hj ver mamis. Tão fofa ela... incrivel a capacidade de minha mãe se regenerar , de suportar as coisas, e incrivel também a dificuldade dela de entender que estou feliz onde e como estou , talvez minha magreza assute ela, ela associe isso com infelicidade, mas é muito mais simples, digo a ela... "-preciso párar de amamentar ! ! !" Aí , ela concorda comigo e relembra , como estou bem acompanhada...e lamenta não ter tido a mesma sorte de achar achar alguém que cuidasse dela...e assim me sinto culpada por ter achado.
Complexo isso, mamis aos poucos vai entendendo que o tempo passou e que estou onde quero estar. Aos poucos ela passa a me tratar com a filha que visita-la , e começa a cogitar a possibilidade de me visitar ( após um ano!!!) , aos poucos ela assume que o fato de estar eu estar casada , não me deixa menos sua filha , e mais ainda,que o fato de eu estar casada não significa que estou infeliz, pelo menos por enquanto , não.
Espero que os bons tempos $$$$$ venham logo para que eu possa levar mimos e todas as guloseimas que ela gosta, como fazem as boas visitas huahuauahuahua
É sempre bom estar em casa.
ps.: A vacina da H1n1 não dói nadinha.Vacinem-se.
Quando escutei o termo transgêneros , pensei em tudo menos no seu real significado e me choquei o quanto estou atrasada nesse segmento de raciocínio.
Me apavora , olhar para os lados, pensar na nossa sociedade como dita "democratica" e "laica" , ao pensar nas questões de gênero. Se há tanta problematização com o termo vindas do próprio movimento feminista (que tornou usual esse termo GÊNERO no sentido usado aqui) , se perde nesse ocnceito ao delimitar as mulheres o gênero FEMININO.
Complicado.... penso em alguma forma de estudar e associar as coisas...sinto que há um caminho, minha cabeça tá como um quebra-cabeça ,.... um quebra-cabeça de mil peças e eu tenho só umas dez encaixadas.....
Sei que a cortina tá se abrindo e já já irei vislumbrar a luz que vai me fazer as outras 1.990 peças.
Doida pra escrever coisas.
Mudando de assunto.... completamente, aliás.... fui hj ver mamis. Tão fofa ela... incrivel a capacidade de minha mãe se regenerar , de suportar as coisas, e incrivel também a dificuldade dela de entender que estou feliz onde e como estou , talvez minha magreza assute ela, ela associe isso com infelicidade, mas é muito mais simples, digo a ela... "-preciso párar de amamentar ! ! !" Aí , ela concorda comigo e relembra , como estou bem acompanhada...e lamenta não ter tido a mesma sorte de achar achar alguém que cuidasse dela...e assim me sinto culpada por ter achado.
Complexo isso, mamis aos poucos vai entendendo que o tempo passou e que estou onde quero estar. Aos poucos ela passa a me tratar com a filha que visita-la , e começa a cogitar a possibilidade de me visitar ( após um ano!!!) , aos poucos ela assume que o fato de estar eu estar casada , não me deixa menos sua filha , e mais ainda,que o fato de eu estar casada não significa que estou infeliz, pelo menos por enquanto , não.
Espero que os bons tempos $$$$$ venham logo para que eu possa levar mimos e todas as guloseimas que ela gosta, como fazem as boas visitas huahuauahuahua
É sempre bom estar em casa.
ps.: A vacina da H1n1 não dói nadinha.Vacinem-se.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Bahia de chuva
O bicho tá pegando é água demaaaaaaaaaais, finalmente consegui aparecer por aqui , a chuva me tirou todo sossego, a luz de casa caindo o tempo todo... tenho escrito coisas para postar aqui , mas se quer consigo parar para tirá-los do laptop pra postar eles...Tem um textinho até bem bacana lá sobre umas idéias a respeito da minha pesquisa...
Ontem tive uma aula que eu não queria ter perdido, mas moro muito muito muito longe da faculdade e ficou inviável chegar aqui, tamanho o transtorno da cidade.
Em fim, hj vim e resolvi vir aqui dar essa passadinha ! ! !
Aaaaaa.... tantos , tantos planos....
... até mudar de idéia.
;)
Inté.
Ontem tive uma aula que eu não queria ter perdido, mas moro muito muito muito longe da faculdade e ficou inviável chegar aqui, tamanho o transtorno da cidade.
Em fim, hj vim e resolvi vir aqui dar essa passadinha ! ! !
Aaaaaa.... tantos , tantos planos....
... até mudar de idéia.
;)
Inté.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
aaahhh ...Nando.

Ahhhh como eu queria um show de Nando Reis na concha acústica!!!
Pra Você Guardei o Amor
Nando Reis
Composição: Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Estar Feliz

Acho que por sempre ter vivido numa família atipica, sempre ter visto minha mãe ralar tanto, e estarmos sempre correndo atrás do tal do dinheiro, eu coloquei dentro de mim, de alguma forma, que ser feliz é uma utopia. Realmente. É. Estar feliz sim é real. Aí venho pensar nesses meus momentos, momentos em que fui feliz. E sabe o engraçado? Sempre que penso neles, lembro do quão longe eu estava dessa conceituação de felicidade... então ser feliz é inconsciente.
Só o tempo e a maturidade faz agente percebr que estamos felizes. Até chegar esse ponto agente se refere a felicidade sempre como passado... e tem gente que morre assim, sem saber qeu está sendo feliz.
Eu tenho procurado saber que estou feliz. Eu estou muiiiiito feliz. Num momento extremamente feliz, do qual, quando um dia bem distante eu vou lembrar com muita saudade dessa felicidade. Sei disso.
Tenhos filhos lindos e saudáveis e um amor doce que me faz querer estar exatamente onde estou.
Tenho ainda dificuldade de lidar com essa felicidade, e quando temos problemas de dinheiro e vejo ele tão angustiado penso que explodiremos, mas Deus foi tão bom em nos entregar um pro outro que me fez bem acostumada com essa dureza financeira, tiro isso de letra.
Quero mesmo é registrar aqui o quanto estou ciente do quanto estou feliz agora.
Pra estar mais feliz, só estando em minha casa, com meus filhos e emu amor, perto da minha familia "de lá". Mas provavelmente quando isso for assim, eu não estarei tão feliz ...lá vou eu, boicotando minha felicidade. Vou sim estar feliz, estarei saltitante, cuidando da nossa casa, da nossa vida e do nosso amor. Nosso futuro vai ser de muitos momentos de felicidade.
Acho que comi muito chocolate.
segunda-feira, 15 de março de 2010
É todo dia assim...
Saio de casa com meus peitos vazios, meu filho no colo da sorridente de Iraci e minha pequena cheia de expectativas com a minha aula. Pego meu buzú e lá vou eu ... ao entrar no portão da Ufba, parece q tudo se transforma , e o que é do lado de fora fica lá... Pelo caminho cheio de mato , mosquito e gente esquisitamente interesessante vou me adequando a cada metro quadrado, percebendo o detalhe dos funcionamento e pegando a manha , de comprar, xerocar e me deslocar. Cada dia chego uma hora com antecedencia, pra dar um pulo na biblioteca, nas xerox disponíveis e pra tomar um cafezinho em Chumbinho com minha mais nova aquisição afetiva: Claidionor, para os íntimos, Cláudio, para os mais intimos ainda: Claudiocentrimos.
Uma daquelas figuras que pra empatia rolar é necessário somente respirar o mesmo ar , dentro de uma sala de aula. Foi quase q imediata, nele encontro abrigo pra um papo , quase sempre besta, e quase sempre crítico. Dividismos tb o cafezinho e carona com meu bem amado , Bê que ja o tem como colega de questões políticas.
Em fim.... o cheiro daquele lugar me sugere muitas coisas, as pessoas, os professores e minhas expectativas quanto a meu futuro acadêmico , também me faz saltitar como uma criança chegando ao retorno as aulas no jardim de infancia, doidapra encontrar a pró.
Leoandro Colling como sempre, FENOMENAL, percebi ele mais maduro e mais ainda segura, muito mais tudo, inclusive em qualidade.
Xô ir q avida agora é ler xerox.
Uma daquelas figuras que pra empatia rolar é necessário somente respirar o mesmo ar , dentro de uma sala de aula. Foi quase q imediata, nele encontro abrigo pra um papo , quase sempre besta, e quase sempre crítico. Dividismos tb o cafezinho e carona com meu bem amado , Bê que ja o tem como colega de questões políticas.
Em fim.... o cheiro daquele lugar me sugere muitas coisas, as pessoas, os professores e minhas expectativas quanto a meu futuro acadêmico , também me faz saltitar como uma criança chegando ao retorno as aulas no jardim de infancia, doidapra encontrar a pró.
Leoandro Colling como sempre, FENOMENAL, percebi ele mais maduro e mais ainda segura, muito mais tudo, inclusive em qualidade.
Xô ir q avida agora é ler xerox.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Minha Disneylandia!!!
Ontem foi meu primeiro dua de aula da UFBA. Pense numa ,alegria , numa satisfação, numa foeme de tudo aquilo? E enm me senti um ET , me senti exatmente onde queria e deveria esatr. Feliz da vida , cheia de segurança e maturidade para me posicionar , ja comecei mostrando pra que vim , que se muitos alí querem usar o BI como ponte para os cursos tradicionais , euq uero o BI exatamente como ele é e todas as suas possibilidades na área de pesquisa.
Estou muito contente. As aulas ontem: Lingua Portuguesa Poder e Diversidade ( matéria que muito frequentemente é assunto em minhas rodas de papos) , muito bom o professor.
A outra aula foi de Leitura de texto em lingua Inglesa. Necessário. Ainda nãos ei bem o que me espera nessa matéria. Vamo ver...
Inté.
Estou muito contente. As aulas ontem: Lingua Portuguesa Poder e Diversidade ( matéria que muito frequentemente é assunto em minhas rodas de papos) , muito bom o professor.
A outra aula foi de Leitura de texto em lingua Inglesa. Necessário. Ainda nãos ei bem o que me espera nessa matéria. Vamo ver...
Inté.
terça-feira, 2 de março de 2010
NÃO QUERO SER BAIANO
Me chamo Elilson Cabral, sou de uma pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul, chamada Capão da Canoa, e estava cansado em ouvir falar dos baianos e de sua “Vasta Cultura”. Não suportava mais ouvir nos veículos de comunicação o quanto a Bahia era perfeita, suas praias paradisíacas, seus artistas infindos, cansei de ouvir: Baiano não nasce, estréia. Olhava pro rosto do povo Rio Grandense e via neles tanto ou mais “cultura” que nos baianos, a Bocha, a Milonga, a Guarânia, o chimarrão e não só as danças, ritmos ou indumentárias, mas toado sentimento que exalava do nosso cotidiano. “Cultura”, isso nós tínhamos, e tínhamos mais e melhor, afinal o que o mundo via na Bahia que não via em nós? Resolvi então descobri o que é que a Bahia tem. Tirei dois anos da minha vida para conhecer a Bahia e toda sua “Cultura”, para poder mostrar pra o Brasil que existimos e que somos tão bons quantos qualquer outro brasileiro. No dia 03 de Outubro de 1999 desembarquei no aeroporto Luiz Eduardo Magalhães, e logo de cara ao contrario de baianas com suas roupas pomposas e suas barracas de acarajé, dei de cara com um taxista mal humorado porque tinham lhe roubado o aparelho celular, começava então minha árdua luta pra provar que baiano como qualquer um outro brasileiro nascia de um ventre e não de traz das cortinas.
Alguns quilômetros à frente já estava tentando arrancar do taxista as informações que podessem servir de base para minhas teorias, afinal eu precisava preencher uma serie de lacunas sobre os baianos e suas “baianíces”. Seu Ivo, era como se chamava o simpático taxista falava sem parar, com uma voz de ritmo pausado e sem pressa para me explicar, ia ele contando-me toda historia de salvador e sua política:
- Ah! Essa política é uma “fuleiragem”, é sempre eles nos roubando e agente votando nos mesmo sacanas que nos roubam.
Me chamou a atenção como ele não media palavras para definir os seus governantes. Mas até então nada na Bahia me encantara, nada de magia, nada de beleza. Chegando no hotel onde ficaria durante esse período fui então programar minhas estratégias e resolvi logo ir ao local mais badalado da Bahia, O pelourinho. Chegando no bairro mais uma vez nada de surpresa, casas antigas, pessoas e cabelos, trançados, espichados, alisados, pintados, enfim, coisas da Bahia. Senti um cheiro muito forte de dendê (ao menos eu achava que era dendê), nunca sentira aroma igual. Então avistei numa varanda pequena uma senhora e duas crianças que brincavam de aprender a fazer acarajé, parei e fiquei olhando tentando colher informações para meu “dossiê”.
- Entra seu moço!
Foi o que logo ouvi, meio sem jeito fui logo pra perto do fogão, o cheiro era cada vez mais forte e envolvente.
- O senhor quer uma?
- Claro!
Ia perder a oportunidade de comer a iguaria baiana mais famosa e poder dar meu parecer a respeito? Jamais. Dei a primeira mordida e sentir-me como se tivesse numa fornalha, aquilo queimava, ardia e pasmem era muito gostoso, tentava parar de comer, mas quanto mais tentava mais me lambuzada com aquele recheio que eles chamavam de VATAPÁ. Delicioso!
Enfim a Bahia tem algo de bom, mais é isso que encanta na Bahia? Bem vou encurtar minha historia para que vocês leitores dessa revista não fiquem entediados.
Passei dois anos viajando por toda Bahia, suas praias paradisíacas, ouvindo e vendo seus artistas, e saboreando de sua cultura e consegui chegar a um denominador comum, consegui alcançar o tanto procurava. Enfim os baianos não são melhores que nós Gaúchos, na realidade somo até mais civilizados que eles, porém, uma coisa nesses dois anos me chamou a atenção, vou dizer-lhes qual foi. Ao voltar para minha linda cidade no interior do Rio Grande do Sul sentir-me como se estivesse pousado no meu planeta, e logo escrevi um artigo pra uma revista falando da minha “descoberta” e depois de publicada fique de bem comigo mesmo e com minha terra, agora sim estou leve.
Agora sim? Ainda não! Passei os meus dias tentando entender porque sentia tanta falta da Bahia, porque sentia falta de meu vizinho Dorgival, do rapaz que passava vendendo sacolé, do João da barraca de água de coco, meu Deus porque esse vazio? Foi então que descobri o que é que a Bahia tem. Sem pretensão de ofender os meus, digo-lhes que, jamais verei nos sorrisos gaúchos a beleza da sinceridade baiana, jamais sentirei nas percussões de cá o pulsar dos meninos negros de pés descalços que “oloduavam” sem ter medo da dureza futura, jamais terei no abraço de meus parentes o calor que sentia ao ser abraçado pela vendedora de cocada de araçá que toda tardinha teimava em insistir pra que eu comprasse mais uma, jamais sentirei nos territórios daqui o cheiro de dendê, puxa o dendê que nem mesmo sabia o seu cheiro e o reconheci assim, de pronto, queridos conterrâneos, na nação de lá eles andam descalços mesmo os adultos e não é por não terem calçados, eles gostam de viver assim, a chuva não é apenas suprimento e fartura, é diversão, quantas vezes corri pela chuva com o André, filho de Dna Zete, seguindo o caminho que ela fazia no meio da calçada. Amigos, naquela nação os cabelos são como roupas, as roupas são como armas e as armas são os instrumentos, que levam uma multidão para uma batalha que dura 7 dias e que sempre acaba em vitória para ambos os lados, uma cabaça é motivo de festa, um fio de arame motivo pra luta (de capoeira), dois homens juntos é motivo pra samba, pagode, e festa. E pasmem queridos patrícios, eles trabalham, e muito, no tabuleiro de cocada, na frente de um volante, com uma baqueta nas mãos, trabalham sim. Não quero ser baiano! Sou gaúcho! Sou brasileiro! Mas nunca imaginei que conheceria um Brasil que jamais pensei achar exatamente na Bahia, exatamente lá, do outro lado, na outra nação.. Não quero me separar deles, não quero perder o direito de dizer que sou brasileiro e que tenho a Bahia como pedaço de mim. Não quero ser baiano, mas mesmo assim não consigo não ser. Jamais saberia que seria necessário ir a Bahia para conhecer o Brasil.
Elilson Nunes Cabral Filho
Jornalista
Alguns quilômetros à frente já estava tentando arrancar do taxista as informações que podessem servir de base para minhas teorias, afinal eu precisava preencher uma serie de lacunas sobre os baianos e suas “baianíces”. Seu Ivo, era como se chamava o simpático taxista falava sem parar, com uma voz de ritmo pausado e sem pressa para me explicar, ia ele contando-me toda historia de salvador e sua política:
- Ah! Essa política é uma “fuleiragem”, é sempre eles nos roubando e agente votando nos mesmo sacanas que nos roubam.
Me chamou a atenção como ele não media palavras para definir os seus governantes. Mas até então nada na Bahia me encantara, nada de magia, nada de beleza. Chegando no hotel onde ficaria durante esse período fui então programar minhas estratégias e resolvi logo ir ao local mais badalado da Bahia, O pelourinho. Chegando no bairro mais uma vez nada de surpresa, casas antigas, pessoas e cabelos, trançados, espichados, alisados, pintados, enfim, coisas da Bahia. Senti um cheiro muito forte de dendê (ao menos eu achava que era dendê), nunca sentira aroma igual. Então avistei numa varanda pequena uma senhora e duas crianças que brincavam de aprender a fazer acarajé, parei e fiquei olhando tentando colher informações para meu “dossiê”.
- Entra seu moço!
Foi o que logo ouvi, meio sem jeito fui logo pra perto do fogão, o cheiro era cada vez mais forte e envolvente.
- O senhor quer uma?
- Claro!
Ia perder a oportunidade de comer a iguaria baiana mais famosa e poder dar meu parecer a respeito? Jamais. Dei a primeira mordida e sentir-me como se tivesse numa fornalha, aquilo queimava, ardia e pasmem era muito gostoso, tentava parar de comer, mas quanto mais tentava mais me lambuzada com aquele recheio que eles chamavam de VATAPÁ. Delicioso!
Enfim a Bahia tem algo de bom, mais é isso que encanta na Bahia? Bem vou encurtar minha historia para que vocês leitores dessa revista não fiquem entediados.
Passei dois anos viajando por toda Bahia, suas praias paradisíacas, ouvindo e vendo seus artistas, e saboreando de sua cultura e consegui chegar a um denominador comum, consegui alcançar o tanto procurava. Enfim os baianos não são melhores que nós Gaúchos, na realidade somo até mais civilizados que eles, porém, uma coisa nesses dois anos me chamou a atenção, vou dizer-lhes qual foi. Ao voltar para minha linda cidade no interior do Rio Grande do Sul sentir-me como se estivesse pousado no meu planeta, e logo escrevi um artigo pra uma revista falando da minha “descoberta” e depois de publicada fique de bem comigo mesmo e com minha terra, agora sim estou leve.
Agora sim? Ainda não! Passei os meus dias tentando entender porque sentia tanta falta da Bahia, porque sentia falta de meu vizinho Dorgival, do rapaz que passava vendendo sacolé, do João da barraca de água de coco, meu Deus porque esse vazio? Foi então que descobri o que é que a Bahia tem. Sem pretensão de ofender os meus, digo-lhes que, jamais verei nos sorrisos gaúchos a beleza da sinceridade baiana, jamais sentirei nas percussões de cá o pulsar dos meninos negros de pés descalços que “oloduavam” sem ter medo da dureza futura, jamais terei no abraço de meus parentes o calor que sentia ao ser abraçado pela vendedora de cocada de araçá que toda tardinha teimava em insistir pra que eu comprasse mais uma, jamais sentirei nos territórios daqui o cheiro de dendê, puxa o dendê que nem mesmo sabia o seu cheiro e o reconheci assim, de pronto, queridos conterrâneos, na nação de lá eles andam descalços mesmo os adultos e não é por não terem calçados, eles gostam de viver assim, a chuva não é apenas suprimento e fartura, é diversão, quantas vezes corri pela chuva com o André, filho de Dna Zete, seguindo o caminho que ela fazia no meio da calçada. Amigos, naquela nação os cabelos são como roupas, as roupas são como armas e as armas são os instrumentos, que levam uma multidão para uma batalha que dura 7 dias e que sempre acaba em vitória para ambos os lados, uma cabaça é motivo de festa, um fio de arame motivo pra luta (de capoeira), dois homens juntos é motivo pra samba, pagode, e festa. E pasmem queridos patrícios, eles trabalham, e muito, no tabuleiro de cocada, na frente de um volante, com uma baqueta nas mãos, trabalham sim. Não quero ser baiano! Sou gaúcho! Sou brasileiro! Mas nunca imaginei que conheceria um Brasil que jamais pensei achar exatamente na Bahia, exatamente lá, do outro lado, na outra nação.. Não quero me separar deles, não quero perder o direito de dizer que sou brasileiro e que tenho a Bahia como pedaço de mim. Não quero ser baiano, mas mesmo assim não consigo não ser. Jamais saberia que seria necessário ir a Bahia para conhecer o Brasil.
Elilson Nunes Cabral Filho
Jornalista
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Novelas Especiais.
Já tem um tempo que as novelas da Rede Globo vem chamando atenção dos seus telespectadores, a sua maneira , sobre as pessoas portadoras de necessidades especiais. Por ter tido oportunidade de trabalhar numa escola para pessoas portadoras de necessidades especiais, posso dizer que essas novelas são acompanhadas por todos que de alguma forma estão ligados aos assuntos, inclusives os próprios portadores, com muito entusiasmo. Lembro-me muito da empolgação com a novela em que a Síndrome de Down foi estampada pela atris mirim , portadora da síndrome, Joana Mocarzel na novela Páginas da Vida. Foi uma expectativa geral, que passava dos funcionários da escola , a direção acadêmica, aos pais e próprios alunos. Teve sua importância , sim teve. Não é de se desdenhar um trabalho onde as pessoas possam finalmente se vê na Tv de forma artistica , mesmo portando uma deficiência. Ouvi muitas críticas, li muita coisa a respeito e tenho refletido a respeito disso.
As telenovelas tem um alcance massiço em todas as camadas da sociedade. Importante sim passar a realidade dessas pessoas , quebrar barreiras e destruir alguns tabús, passar informações ao público que vive mergulhado na ignorancia desse assunto, e deixar que de alguma forma venha a tona tudo que sabe-se que é existente como o preconceito e outras questões que pessoas ditas "normais" se quer imaginam que passe um deficiente , seja essa deficiencia física , seja genética ou psiquica.
Por outro lado, a novela tem o quê da fantasia. Aì é que entra todo o meu questionamento e acredito que de muitas pessoas.
Abrindo umas aspas: Dentro na escola hviam um programa de inserir jovens deficientes no mercado de trabalho. Durante a novela Páginas da Vida, empresas como Posto de gasolina -Shell, Mc Donalds , Redes de conveniências, passaram a solicitar muitos jovens. O que é triste é que a maioria das vagas eram preenchidas somente por Sindrome de Downs. Algo a ver com Marketing? A sindrome de Down é uma das poucas deficiências genéticas em que fica estampada fisicamente sua existência.Se há um jogo de interesses dessas multinacionais em colocar em seus balcões Sindromes de Downs é um papo para outro Post. R e f l i t a m o s !!!
As novelas de Manoel Carlos estão sempre querendo retratar a VIDA. Páginas da Vida, Viver a Vida. Logo supomos que tratam de problematizões reais. Deve ter havido um bom estudo em seus laboratórios de criação de personagens, e tenho que bater palmas para Luciana interpretada pela magnifica Aline Morais que tem se mostrado mais uma vez impecável em suas lágrimas. É comovente sempre. Um verdadeiro espetáculo de sofrimento, há quem diga. Um sofrimento real, digo eu, com dificuldades reais , e muitos conflitos , dignos de novelas, sim. MAs essa novela ficaria muito mais tensa e dolorosa se realmente trata-se a dificuldade com todos os seus méritos.
Para mim o que tem faltado nessa tentativa de abordar temas como esses é a dosagem no final feliz. Porque tem que mostrar a menina com Sindrome de Down ser adotada ple médica rica e amavel? O esquizofrênico casar-se com sua namorada "Normal" , ou a cadeirante tetraplégica voltar a andar? Afinal, é sempre assim? Porque não mostrar ao invés desse romantismo a realidade dura e crua, já que é dela q se quer tratar ?
Mostremos as filas de adoção, os downs que são abandonados em orfanatos por uma vida inteira sem ter a sorte grande de uma grande médica, rica e legal adotá-los. Vejamos a história reais dos vários esquizofrênicos que tinha uma vida quase normal até diagnosticarem suas doenças e serem deixados de lado pelos ciclos sociais, namoradas, amigos e colegas de escola, trabalho ou faculdade..... quando não, a própria família. E Vamos falar também da dura realidade da vida de que nem tudo consegue resgatar após uma cidente com consequencias como o de Luciana. Falar de uma tetraplégica que nem sempre está maquida, nem tem uma condição financeira q facilite toda sua estrutura de avanços ....que nem será sempre tão coerente quanto Luciana em seus sentimentos com relação a tudo, vamos tratar da cadeirante que não tem tantas perspectivas , mas que dentro das possibilidades descobrem formas de VIVER A VIDA , para sempre, sim , numa cadeira de rodas.
É isso, está na hora de vermos deficientes em todas as novelas da Globo. Minhas palmas vão para atriz, Danieli Haloten, cega de verdade, atriz de verdade, capaz de verdade e que mostrou muito bem toda suas dificuldades REAIS, em diversos setores da vida de um portador de cegueira.
Minhas palmas vão para "novela das sete". Walcyr Carrasco.
As telenovelas tem um alcance massiço em todas as camadas da sociedade. Importante sim passar a realidade dessas pessoas , quebrar barreiras e destruir alguns tabús, passar informações ao público que vive mergulhado na ignorancia desse assunto, e deixar que de alguma forma venha a tona tudo que sabe-se que é existente como o preconceito e outras questões que pessoas ditas "normais" se quer imaginam que passe um deficiente , seja essa deficiencia física , seja genética ou psiquica.
Por outro lado, a novela tem o quê da fantasia. Aì é que entra todo o meu questionamento e acredito que de muitas pessoas.
Abrindo umas aspas: Dentro na escola hviam um programa de inserir jovens deficientes no mercado de trabalho. Durante a novela Páginas da Vida, empresas como Posto de gasolina -Shell, Mc Donalds , Redes de conveniências, passaram a solicitar muitos jovens. O que é triste é que a maioria das vagas eram preenchidas somente por Sindrome de Downs. Algo a ver com Marketing? A sindrome de Down é uma das poucas deficiências genéticas em que fica estampada fisicamente sua existência.Se há um jogo de interesses dessas multinacionais em colocar em seus balcões Sindromes de Downs é um papo para outro Post. R e f l i t a m o s !!!
As novelas de Manoel Carlos estão sempre querendo retratar a VIDA. Páginas da Vida, Viver a Vida. Logo supomos que tratam de problematizões reais. Deve ter havido um bom estudo em seus laboratórios de criação de personagens, e tenho que bater palmas para Luciana interpretada pela magnifica Aline Morais que tem se mostrado mais uma vez impecável em suas lágrimas. É comovente sempre. Um verdadeiro espetáculo de sofrimento, há quem diga. Um sofrimento real, digo eu, com dificuldades reais , e muitos conflitos , dignos de novelas, sim. MAs essa novela ficaria muito mais tensa e dolorosa se realmente trata-se a dificuldade com todos os seus méritos.
Para mim o que tem faltado nessa tentativa de abordar temas como esses é a dosagem no final feliz. Porque tem que mostrar a menina com Sindrome de Down ser adotada ple médica rica e amavel? O esquizofrênico casar-se com sua namorada "Normal" , ou a cadeirante tetraplégica voltar a andar? Afinal, é sempre assim? Porque não mostrar ao invés desse romantismo a realidade dura e crua, já que é dela q se quer tratar ?
Mostremos as filas de adoção, os downs que são abandonados em orfanatos por uma vida inteira sem ter a sorte grande de uma grande médica, rica e legal adotá-los. Vejamos a história reais dos vários esquizofrênicos que tinha uma vida quase normal até diagnosticarem suas doenças e serem deixados de lado pelos ciclos sociais, namoradas, amigos e colegas de escola, trabalho ou faculdade..... quando não, a própria família. E Vamos falar também da dura realidade da vida de que nem tudo consegue resgatar após uma cidente com consequencias como o de Luciana. Falar de uma tetraplégica que nem sempre está maquida, nem tem uma condição financeira q facilite toda sua estrutura de avanços ....que nem será sempre tão coerente quanto Luciana em seus sentimentos com relação a tudo, vamos tratar da cadeirante que não tem tantas perspectivas , mas que dentro das possibilidades descobrem formas de VIVER A VIDA , para sempre, sim , numa cadeira de rodas.
É isso, está na hora de vermos deficientes em todas as novelas da Globo. Minhas palmas vão para atriz, Danieli Haloten, cega de verdade, atriz de verdade, capaz de verdade e que mostrou muito bem toda suas dificuldades REAIS, em diversos setores da vida de um portador de cegueira.
Minhas palmas vão para "novela das sete". Walcyr Carrasco.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Carnaval, lá vou eu.
Era o tempo que eu fazia contagem regressiva para curtir carnaval exageradamente. Sim , tudo como era assim, se era para sair , eu saia todos os dias , usava todas a drogas, beijava todas as bocas etc etc etc. Tudo bem o clima de orgia geral do carnaval de Salvador faz todas nossas portas se abrir.... mas eu não tinha límites. Fui uma completa aborrecente preocupante e e inconsequente. E hj eu até agradeço... imagina só se fosse o contrário, agora eu com dois filhos querendo fazer tudo isso. Fiz tudo meio torto mas na idade certa.
Hoje em dia miha contagem regressiva é somente para ter dias de paz com família completa ou viajar pra algum lugar bem longe disso tudo.
Amanhã domingo de carnaval em Salvador vou cometer uma atitude um tanto inusitada. Não fiz qualquer promessa de nunca mais colocar meus pés na festa, até porque nunca mais para mim é algo bem distante de meu vocábulo, porém estava longe de meus planos tão cedo ir encarar Ivete e Claudinha. Amanhã lá vou eu , de longe sim, mas em plena avenida, irei prestigiar "a maior festa popular do mundo" , levar minha filha parra ver suas musas ao vivo e tentar resgatar qualquer sensação boa nessa festa. Vamo vê se dá. Espero chegar aqui comentando coisas belas , cofeitadas e felizes.
Lá vou eu.
Hoje em dia miha contagem regressiva é somente para ter dias de paz com família completa ou viajar pra algum lugar bem longe disso tudo.
Amanhã domingo de carnaval em Salvador vou cometer uma atitude um tanto inusitada. Não fiz qualquer promessa de nunca mais colocar meus pés na festa, até porque nunca mais para mim é algo bem distante de meu vocábulo, porém estava longe de meus planos tão cedo ir encarar Ivete e Claudinha. Amanhã lá vou eu , de longe sim, mas em plena avenida, irei prestigiar "a maior festa popular do mundo" , levar minha filha parra ver suas musas ao vivo e tentar resgatar qualquer sensação boa nessa festa. Vamo vê se dá. Espero chegar aqui comentando coisas belas , cofeitadas e felizes.
Lá vou eu.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
2 de Fevereiro.
Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar
Mar, misterioso mar
Que vem do horizonte
É o berço das sereias
Lendário e fascinante
Olha o canto da sereia
Ialaó, oquê, ialoá
Em noite de lua cheia
Ouço a sereia cantar
E o luar sorrindo
Então se encanta
Com as doces melodias
Os madrigais vão despertar
Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia
Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia
Toda a corte engalanada
Transformando o mar em flor
Vê o Império enamorado
Chegar à morada do amor
Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar
Mar, misterioso mar
Que vem do horizonte
É o berço das sereias
Lendário e fascinante
Olha o canto da sereia
Ialaó, oquê, ialoá
Em noite de lua cheia
Ouço a sereia cantar
E o luar sorrindo
Então se encanta
Com as doces melodias
Os madrigais vão despertar
Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia
Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia
Toda a corte engalanada
Transformando o mar em flor
Vê o Império enamorado
Chegar à morada do amor
Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Vivemos esperando dias melhores.
Engraçado como uma coisa perto da outra torna tudo relativo. Estou num momento super confuso dentro de mim , de questionar tudo q sou e tudo que quero ser, numa luta intensa sobre o que é melhor para mim... me achando vivendo num verdadeiro terremoto. Ai vem o haiti e me mostra o quão pequena as pessoas podem ser , o seus problemas? Minusculamente insignificante. Ao invés de pensar merda eu deveria tá pensando formas de torna o mundo melhor e , mais ainda colocar elas em prética , eu devia rezar mais por tudo que temos e por tudo que teremos que enfrantar ( raça humana) , devia estar masi atenta aos outros que estão num a situação tão miserável e devia pensar nele como objetivo de vida já que não consigo pensar em mim.
Aiai, tão bom ter meus amores todos pertos de mim. Meu filhos são minha luz e meu amor meu girassol...sempre me mostrando o caminho.
Domingo próximo é dia de acreditar mais ainda no amor e pensar que a vida é linda e cheia de doces. Casamento de amigo proximo é como se fose o nosso... Muita expectativa!!!
Aiai, tão bom ter meus amores todos pertos de mim. Meu filhos são minha luz e meu amor meu girassol...sempre me mostrando o caminho.
Domingo próximo é dia de acreditar mais ainda no amor e pensar que a vida é linda e cheia de doces. Casamento de amigo proximo é como se fose o nosso... Muita expectativa!!!
domingo, 3 de janeiro de 2010
Chegou.
Chegou o esperançoso 2010. Eu , particulamente, tive um excelente começo. Comecei o ano de 2010 sendo platéia do céu mais lindo do mundo. A lua esse reveillon deu um espetáculo a parte, tava cheia e majestosa.
Fui para um lugar chamado Busca Vida . Lindo nome , mais lindo ainda o lugar , fazia quase um ano que não dormiamos lá e foi sensasional estarmos la... claro que deu saudade , claro que mil coisas passaram na cabeça, lembranças...tudo isso, mas o clima tava muito bom, só nós... amigos q amo , pessoas que uqero sempre de meu lado, minha irmã, meu filhote... tudo muito leve , lindo e bom.
Isso foi um bom começo.
ps.: Estou lendo bruna surfisinha rsrsrs... eu pareço muito com ela! E não sou puta!
Fui para um lugar chamado Busca Vida . Lindo nome , mais lindo ainda o lugar , fazia quase um ano que não dormiamos lá e foi sensasional estarmos la... claro que deu saudade , claro que mil coisas passaram na cabeça, lembranças...tudo isso, mas o clima tava muito bom, só nós... amigos q amo , pessoas que uqero sempre de meu lado, minha irmã, meu filhote... tudo muito leve , lindo e bom.
Isso foi um bom começo.
ps.: Estou lendo bruna surfisinha rsrsrs... eu pareço muito com ela! E não sou puta!
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